Pular para o conteúdo principal

Postagens

Atividade com a fábula "O CÃO E SEU REFLEXO "

                    O CÃO E SEU REFLEXO Um cão estava se sentindo muito orgulhoso de si mesmo. Achara um enorme pedaço de carne e a levava na boca, pretendendo devorá-lo em paz em algum lugar. Ele chegou a um curso rio e começou a cruzar a estreita ponte que o levava para o outro lado. De repente, parou e olhou para baixo. Na superfície da água, viu seu próprio reflexo brilhando. O cão não se deu conta que estava olhando para si mesmo. Julgou estar vendo outro cão com um pedaço de carne na boca. Opa! Aquele pedaço de carne é maior que o meu, pensou ele. Vou pegá-lo e correr. Dito e feito. Largou seu pedaço de carne para pegar o que estava na boca do outro cão. Naturalmente, seu pedaço caiu na água e foi parar bem no fundo, deixando-o sem nada. MORAL: Quem tudo quer tudo perde.                    ...

Roteiro para dramatização do texto “O Toco de lápis” de Pedro Bandeira

  Roteiro para dramatização do texto “O Toco de lápis”  1.Confeccionar a roupa com o formato de lápis, um pequeno e outro grande. 2. Escolher um aluno para ser o narrador e dois para fazer os papeis dos lápis. Narrador: fala 1 Lá, num fundo de gaveta, dois lápis estavam juntos. Um era novo, bonito, com ponta muito bem feita. Mas o outro – coitadinho! – era triste de se ver. Sua ponta era rombuda, dele só restava um toco, de tanto ser apontado. O grandão, novinho em folha, olhou para a triste figura do companheiro e chamou: Lápis novo: fala 1 – Ô, baixinho! Você, aí embaixo! Está me ouvindo? Toco de lápis: fala1 – Não precisa gritar –– Eu não sou surdo! Lápis novo: fala 2 – Não é surdo? Ah, ah, ah! Pensei que alguém já tivesse até cortado as suas orelhas, de tanto apontar sua cabeça! Narrador: fala 2 O toquinho de lápis suspirou: Toco de lápis: fala  2 – É mesmo... Até já perdi a conta de quantas vezes eu tive de enfrentar o apontador... Narrador: fala 3 O...

Atividade do texto reflexivo - O Toco de Lápis

    O Toco de Lápis Lá, num fundo de gaveta, dois lápis estavam juntos. Um era novo, bonito, com ponta muito bem feita. Mas o outro – coitadinho! – era triste de se ver. Sua ponta era rombuda, dele só restava um toco, de tanto ser apontado. O grandão, novinho em folha, olhou para a triste figura do companheiro e chamou: – Ô, baixinho! Você, aí embaixo! Está me ouvindo? – Não precisa gritar – respondeu o toco de lápis. – Eu não sou surdo! – Não é surdo? Ah, ah, ah! Pensei que alguém já tivesse até cortado as suas orelhas, de tanto apontar sua cabeça! O toquinho de lápis suspirou: – É mesmo... Até já perdi a conta de quantas vezes eu tive de enfrentar o apontador... O lápis novo continuou com a gozação: – Como você está feio e acabado! Deve estar morrendo de inveja de ficar ao meu lado. Veja como eu sou lindo, novinho em folha! – Estou vendo, estou vendo... Mas, me diga uma coisa: Você sabe o que é uma poesia? – Poesia? Que negócio é esse? – Sabe o que é...

Dramatização do texto “O Defunto Vivo”

Dramatização do texto “ O Defunto Vivo ” 1.       Caracterizar o ambiente de acordo com a descrição no texto. 2.       Escolher as personagens da história. Narrador: fala 1 Em alguns arraiais do interior mineiro, quando morria alguém, costumavam buscar o caixão na cidade vizinha, de caminhão. Certa feita, vinha pela estrada um caminhão com sua lúgubre encomenda, quando alguém fez sinal, pedindo carona. O motorista parou. Cena:     1º homem: fazendo sinal, pedindo carona. Motorista 1 - Se você não se incomodar de ir na carroceria, junto ao caixão, pode subir. Narrador: fala 2 O homem disse que não tinha importância, que estava com pressa. Agradeceu e subiu. E a viagem prosseguiu. Nisto começa a chover. O homem, não tendo onde se esconder da chuva, vendo o caixão vazio, achou melhor deitar-se dentro dele, fechando a tampa, para melhor abrigar-se. Com o balanço da viagem, logo pegou no sono. Mais na frente, outra pesso...

Peça teatral da fábula “O carreiro e o papagaio” de Monteiro Lobato

Peça teatral da fábula “O carreiro e o papagaio” de Monteiro Lobato 1.        Montar um cenário de acordo com as características da história. 2.       Escolher 5 alunos para fazer os  papéis da peça: um  para o carreiro (condutor de carro de bois ou seja carroça), um(a)  para o  narrador(a), um para narrar a fala do papagaio e dois para caracterizar-se de  bois. 3.       Montar uma carroça. Pode ser  de isopor, papelão madeira,  etc. 4.       Cada personagem deve estar caracterizado de acordo com sua personagem. 5.       Todos devem ensaiar suas falas  juntos para fixar melhor a mensagem do texto. 6.       Os dois alunos que irão fazer os papéis dos bois, não irão falar, apenas irão puxar a carroça. Narrador: fala  1 Vinha um carreiro à frente dos bois, cantarolando pela estrada sem fim. ...